No último dia (27/01/2014), dois servidores efetivos da Secretária Municipal de Infraestrutura de Jequié, que faziam o serviço de tapa-buracos nas imediações da DIREC, no bairro do jequizinho, sofreram um grave acidente ao serem atropelados por um veículo que transitava naquelas imediações. Ainda que o local estivesse devidamente sinalizado e os trabalhadores tido o habitual …
SINSERV realiza mais uma reunião com o IPREJ e outras entidades sindicais para discutir o Projeto de Lei da Perícia Médica.
Aconteceu na tarde de ontem (28/01/2014), uma importante reunião entre representantes da direção geral do SINSERV, da APLB e do SIND-ACS/ACE com os representantes do IPREJ – Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Jequié, para discutir, mais uma vez, o Projeto de Lei da Perícia Médica que, segundo as acuradas análises já realizadas pela direção …
Nova edição de ‘Visão Classista’ já está disponível no Portal CTB
A mais nova edição da revista “Visão Classista”, publicada pela CTB, já está disponível na internet. Em seu número 16, a matéria de capa aborda a importância da democratização da comunicação, conclamando o conjunto dos movimentos sociais e sindicais a fazer parte dessa luta.
A entrevista desta edição teve como personagem o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Carlos Alberto Reis de Paula, que abordou os riscos do PL 4330, que trata da regulamentação da terceirização.
“Visão Classista” também oferece duas análises a respeito do que virá pela frente em 2014 na área de Economia e Política. Em um ano que será marcado pelas eleições presidenciais, o movimento sindical demonstra séria preocupação com o rumo da política macroeconômica do governo Dilma.
A comemoração dos 50 anos da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) também ocupou as páginas de “Visão Classista”. Ainda na pauta nacional, o trabalho da Comissão Nacional da Verdade e os seis anos da CTB ganharam destaque.
Para sindicalistas, Previdência manipula para anunciar déficit anual
Segundo reportagem desta terça-feira (21) no jornal O Estado de S. Paulo, o Déficit da Previdência Social cresceu de R$ 42,3 bilhões em 2012 para R$ 49,9 bilhões em 2013. E o governo promete endurecer ainda mais com os aposentados e pensionistas. Mas os sindicalistas duvidam desse número. “Esse déficit é mentiroso. Ele acontece porque …
Denuncia.
Como o leitor pode constatar na imagem ao lado, a obra de cobertura da quadra do Viveiro, antiga revindicação da comunidade que usufrui deste logradouro público para pratica desportiva, deveria ter sido concluída no último dia (20/09/2013). Entretanto, o que podemos observar é que após mais de 120 dias de atraso, a obra continua parada …
Plantão Jurídico.
Na perspectiva atual, Dilma Rousseff já ganhou.
Desde o fim da ditadura, em todas as eleições que fizemos, as pesquisas disponíveis em janeiro conseguiram antecipar o que as urnas mostraram.
Em três, os favoritos no início do ano eleitoral terminaram vencendo. Em janeiro de 1998, Fernando Henrique Cardoso liderava e nenhum adversário apresentava fôlego para derrotá-lo. Lula chegou a quase empatar nas pesquisas de junho, mas a vantagem do tucano prevaleceu.
Nas duas oportunidades em que Lula teve sucesso, a mesma coisa: em janeiro de 2002, obtinha índices parecidos à votação que recebeu no primeiro turno. José Serra, Anthony Garotinho e Ciro Gomes, cada um de sua vez, cresceram, mas nenhum se firmou. Quatro anos mais tarde, algo semelhante. De janeiro de 2006 para a frente, o petista nunca perdeu a dianteira.
Em 1989, 1994 e 2010 o líder de janeiro não venceu. Mas, adequadamente interpretadas, as pesquisas identificaram o que acabou acontecendo. A eleição mais difícil de prever foi a primeira. Ninguém apostava na vitória de Fernando Collor.
Era, no entanto, uma hipótese admissível. O desejo de renovação do eleitorado, sua disposição para o risco, a rejeição ao governo José Sarney, tudo se conjugava para torná-la possível. Feitas em maio de 1988 e janeiro de 1989, pesquisas da Vox Populi indicavam que quase 40% do eleitorado queria votar em “um candidato novo, desvinculado dos partidos tradicionais”. Collor surgiu como oferta para aquela procura.
Em 1994, o fraco desempenho de Fernando Henrique nas pesquisas de janeiro só enganava quem desconhecia a formidável armação em curso. Nada menos que um plano anti-inflacionário havia sido sincronizado com o calendário eleitoral, de forma a turbinar a candidatura do ministro da Fazenda que por ele era responsável.
(E ainda há quem, na oposição hoje, se diga “indignado” quando, por exemplo, o governo Dilma Rousseff anuncia, para 2014, metas mais ambiciosas para programas como o Minha Casa Minha Vida, achando que é “intervenção” do governo na eleição. Quem viu o tamanho da “intervenção” que foi o Plano Real só pode achar cômica a acusação.)
Quanto a 2010, a vantagem que Serra apresentava em janeiro tinha a consistência de uma quimera, na qual talvez apenas seus amigos na “grande imprensa” acreditavam. Qualquer um medianamente versado na análise de pesquisas percebia que Dilma seria eleita.
Assim, em todas nossas eleições modernas, seja quando apontaram o nome do vencedor, seja quando deixaram claros os sentimentos com que o eleitorado estava indo para as urnas, as pesquisas feitas a distância em que estamos da eleição foram capazes de mostrar o que terminou por ocorrer.
Há alguma razão para imaginar que, em 2014, será diferente? Considerando o cenário provável (em que enfrentaria Aécio Neves, pelo PSDB, e Eduardo Campos, pelo PSB) Dilma tem, nas pesquisas recentes, mais vantagem que Fernando Henrique em 1998 e Lula em 2002 e 2006, em momento semelhante. Seus 42% superam os 35% do tucano e os 30 e poucos pontos porcentuais de Lula em janeiro daqueles anos (dados do Datafolha e do Ibope).


