Entidades sindicais e sociais paralisam Jequié em defesa dos serviços de saúde

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Os servidores públicos, lotados na Secretaria de Saúde do Município de Jequié, paralisaram as suas atividades no dia de hoje (22/03) cobrando melhorias nas condições de trabalho e também reclamando sobre a precariedade dos serviços de saúde oferecidos à população.

A paralisação, que contou com o apoio do SINSERV, SIND-ACS/ACE, Conselho Municipal de Saúde e entidades de controle social, foi marcada por um ato público em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) de qualidade.

O movimento paredista teve maior fluxo durante a manhã. Período em que os servidores percorreram pelas ruas da cidade, saindo em caminhada desde o bairro Campo do América em direção à Secretaria Municipal de Saúde. Os cartazes e as faixas denunciavam a falta de medicamentos, de materiais de curativo e de uso obrigatório nos procedimentos médicos, falta de cotas de exames na Ceraje, falta de atendimento odontológico…

Segundo os manifestantes, muitas repartições de apoio à saúde não funcionam a contento, as unidades das zonas rurais estão abandonadas.

Isso é o retrato do abandono em que se encontra a saúde do município na gestão de Tânia Britto. A população clama por acesso à saúde, sobretudo os serviços básicos que não funcionam. Muitas dessas pessoas procuraram o SINSERV, durante o movimento, para relatar uma série de problemas de saúde, que continua sem solução da parte do poder público.

As entidades sindicais viram nesse ato a necessidade de juntar-se ao clamor da população e dos servidores por esse movimento de advertência. Esperamos que essa paralisação sensibilize o governo municipal para cumprir o que determina a Constituição Federal, garantindo uma saúde plena que contemple a qualidade dos serviços e os direitos da população.

Caso a situação do Município de Jequié permaneça nessas condições, voltaremos às ruas em apoio à população na busca pela garantia dos seus direitos.

Texto e fotos: Antonio Argolo/SINSERV

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