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CTB convoca militância para Encontro Sindical Nossa América

Na próxima terça-feira (25), acontecerá no Rio de Janeiro a convocatória oficial para o 6º Encontro Sindical Nossa América (ESNA) que ocorrerá em Havana (Cuba), nos dias 3 e 4 de maio.

O evento, que será na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, contará com a presença do secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira e do vice-presidente da Federação Sindical Mundial e coordenador técnico do ESNA, João Batista Lemos, além de lideranças sindicais e dos movimentos sociais.

Em sua sexta edição, o ESNA foi criado em 2008, no Equador, como um espaço de unidade, debate, reflexão e coordenação para contribuir com a unidade de ação, solidariedade e luta da classe trabalhadora da América Latina e Caribe. De acordo com a declaração de princípios, estão convocados para integrar o ESNA “todos os lutadores e as organizações sindicais e sociais com base de trabalhadores que defendam os interesses de classe”.

 

O secretário de Relações Internacionais da CTB, que irá fazer uma exposição sobre o Encontro Sindical Nossa América, afirmou que, durante o encontro, será anunciado o lançamento do capítulo brasileiro do ESNA, em 2015.

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Números frustrantes para a oposição

A notícia mais relevante da recém-concluída pesquisaCartaCapital/Vox Populi é a estabilidade do cenário eleitoral. Quando se comparam os resultados desta com aqueles da pesquisa anterior, realizada em outubro do ano passado, percebe-se que a estrutura das intenções de voto é basicamente a mesma. Também ficaram iguais a avaliação do governo federal (mantida majoritariamente positiva) e a identificação dos problemas que preocupam os eleitores em sua natureza e hierarquia (com a proeminência da saúde).

Em outras palavras, nos quase quatro meses entre o fim de outubro de 2013, período de realização do levantamento anterior, e os dias 13 e 15 de fevereiro de 2014, quando os questionários deste foram aplicados, a população não mudou de atitude em relação aos candidatos e ao que poderíamos chamar de “agenda da eleição”.

Isso naturalmente só é bom para quem está na frente.

 

Dilma Rousseff, do PT, tinha 43% em outubro e alcança 41% agora, uma oscilação dentro da margem de erro. Algo semelhante acontece com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). O tucano estacionou em 17% e o pernambucano veio de 9% para 6%. A soma de seus votos era insuficiente para levar a eleição para o segundo turno e assim continua. A presidenta possui ampla vantagem para vencer já no primeiro.

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Diretores do SINSERV enfrentam maratona de reuniões.

Na manhã de hoje 25/02/20104, aconteceu mais uma importante reunião entre a direção do SINSERV e o Secretário de Saúde de Jequié, o Sr Ivanilton Serqueira. Da ampla pauta,  destacamos a discussão acerca do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos Servidores da Saúde, as questões relativas ao PEMAC e o estabelecimento de uma maior …

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SINSERV realiza grande reunião com sua base regional.

A direção geral do SINSERV, intensificando as atividades do ano de 2014, realizou na manhã de hoje 24/02/2014, , na sede de nossa entidade, uma grande reunião com os representantes que compõe a nossa base regional. Na oportunidade, os lideres sindicais debateram uma série de assuntos de interese da categoria no sentido de organizar as …

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CTB e centrais defendem direito à negociação coletiva no serviço público

 

A CTB, representada pelo secretário de Serviços Público e do Trabalhador do Serviço Público da entidade, João Paulo Ribeiro, participou na última quinta-feira (20), em Brasília, de audiência pública da Comissão de Consolidação da Legislação Federal e Regulamentação de Dispositivos da Constituição (CMCLF), sobre o projeto de lei que regulamenta o direito de greve do servidor público.

Segundo o relator da proposta, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a realização da audiência busca atender à solicitação das entidades sindicais para que exponham publicamente e à sociedade seu posicionamento.

Como debatedores, foram convidados representantes das oito centrais sindicais do país – CTB, CGTB, CSB, CUT, FS, NCST, CSP-Conlutas e UGT.

Os dirigentes foram unânimes ao apontar o direito à negociação coletiva, prevista na Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), como ponto principal para construir um acordo. Pela 151, serão estabelecidas normas para a relação entre o governo e os sindicatos de servidores. Para a CTB, é preciso haver mais tempo para discutir os pontos do projeto de lei e, para isto, solicita que a tramitação da matéria não avance.

Além disso, o secretário da CTB ressaltou que, antes de apresentar soluções para os conflitos sobre o direito de greve, é preciso organizar o sistema confederativo. “Temos o consenso que devemos fazer esse debate. Nós estamos dispostos a construir essa legislação para resolvermos esse impasse que hoje perdura, inclusive com problemas”, disse João Paulo.