SINSERV aprova Dia Municipal de Luta e adere à Paralisação contra a Reforma da Previdência (dia 22)

Assembleia do SINSERV na Câmara de Vereadores. Foto cedida pela diretoria.

O SINSERV realizou na manhã de hoje (19) mais uma assembleia geral com os associados de Jequié, na ordem do dia a Campanha Salarial 2019.

Conforme Lei 1992/16, bem como o termo de acordo celebrado entre a Prefeitura e o sindicato, março ficou determinado como data-base para revisão anual da folha dos efetivos baseada no índice do salário mínimo. Situação que continua em aberto, isso já que desde 5 de fevereiro o SINSERV protocolou junto ao Executivo ofício com os pontos da Campanha, mas somente hoje recebeu confirmação oficial para tratar sobre o assunto numa reunião agendada para 04/04.
 
Esse ponto foi debatido entre os presentes, que demonstraram indignação pela demora na agenda e incerteza sobre o reajuste e ainda retorno dos direitos retirados pelo Prefeito desde outubro. A partir disso aprovaram o “Dia Municipal de Luta” contra o descumprimento do termo de acordo assinado em 2018, 1ª cláusula, no que se refere às obrigações da Gestão, itens C,E,F, vide link. Definindo, portanto, dois momentos de paralisação (quarta e quinta-feira 27/03 e 04/04) realização de um ato público com a presença do sindicato e da categoria, às 08 da manhã, em frente ao prédio sede.
 
A luta em defesa da Aposentadoria
Ainda ficou aprovada pela plenária, a participação da base do SINSERV na Paralisação Nacional contra a Reforma da Previdência. Ato unificado pelos representantes da CTB e demais sindicatos de Jequié, para acontecer neste final de semana (22/03), às 08 da manhã com saída em frente ao IPREJ até a sede do INSS, próximo ao Mercadão Vicente Grillo.
 
O ato acontecerá em todo o país. Em Jequié, o SINSERV informa à comunidade em geral que na sexta-feira (22) as atividades estarão paralisadas. Os servidores sairão às ruas em defesa da Previdência e da Aposentadoria.
 
A Reforma da Previdência, conforme o Governo Federal tenta aprovar, é nociva ao trabalhador implicando em desrespeito às garantias constitucionais, aumento da idade e do tempo de contribuição para se aposentar, além de outras questões. Com isso é necessário que a classe trabalhadora se una para barrar essa aprovação. Chega de retrocesso.
 
Antonio Argolo/SINSERV.

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